Canais
Página Inicial
Doutrina Católica
Entrevistas
Formação
Galeria de Imagens
Notícias
Pregações
São Pio X
Testemunhos
Serviços
As Respostas da Minha Fé
Contato
Clube de Amigos
Downloads
Eventos
Fórum
Homilia Diária
Liturgia Diária
Pedido de Oração
Pio X SAT - Rádio online
Programa "Voltai a Mim"
Shalom
Solicite uma Missão
Grupos de Oração
Jornal Frutos
Especiais
Diocese Campina Grande
RCC Brasil
Mais Links
CF - 2010
Crescer 2010
Blogs
Antônio Lucena
Gustavo Lucena
Prof. Romero Frazão
Centro de Formação
18 Anos da Comunidade
Em Foco

Página Inicial arrow Formação arrow Falsas amizades
Falsas amizades PDF Imprimir E-mail

falso_250609.jpgSão Francisco de Sales distingue três espécies de falsas amizades: as amizades carnais, que atraem pelas paixões carnais e pela devassidão (cf. II Pedro 2, 18) buscando os prazeres voluptuosos; as amizades sensuais, que se prendem ao ver a formosura, ao ouvir uma doce voz, ao tocar; e as amizades frívolas, fundadas em qualidades vãs (festas, bebedeiras, etc).


Assim como Deus nos dá amigos para nos conduzir à vida eterna e experimentar as realidades do céu, corremos o risco de nos deixar confundir pela falsidade, pelo erro das amizades que podem aparecer para nos desencaminhar da santidade e da verdade. Precisamos pedir o discernimento dos espíritos [cf. I Coríntios 12, 10] a fim de analisar se as amizades são de Deus ou não.

 

Como podemos ter amigos que querem nosso bem e outros que querem o mal. Estes últimos são chamados de falsos amigos. As falsas amizades são as que se fundem em qualidades sensíveis ou frívolas. “(...) Não persistais em viver como os pagãos, que andam à mercê de suas idéias frívolas” (cf. Efésios 4, 17), que são uma espécie de egoísmo disfarçado. Essas amizades vivem daquilo que é mundano. (...) “Principalmente aqueles que correm com desejos impuros atrás dos prazeres da carne e desprezam a autoridade” (cf. II Pedro 2, 10).

 

Existem diversos tipos de amigos falsos: os amigos do copo, que se reúnem somente para beber; amigos da prostituição; amigos do furto e roubo; amigos de fofocas; amigos de ganância e interesses; amigos do sexo. Como podemos identificar a origem dessas amizades? Partimos da origem: elas começam de maneira repentina e forte, pois parte de uma simpatia, de um instinto, de qualidades exteriores e brilhantes e de emoções vivas ou apaixonantes. Seu desenvolvimento: alimentadas por meios de conversas insignificantes, mas afetuosas, outras por meio de conversas demasiado íntimas e perigosas, por olhares freqüentes, por carícias, entre outros. Efeitos: são vivas, absorventes e exclusivas, imaginam que serão eternas e seguidas por outras afeições.

 

Perigos dessas amizades: são os maiores obstáculos para o crescimento espiritual. À medida que os apegos vão crescendo, vai-se perdendo o recolhimento interior, a paz d’alma, o gosto dos exercícios espirituais e do trabalho. O pensamento foge muitas vezes para o amigo ausente. A sensibilidade toma as rédeas da vontade, a qual se torna fraca. Partindo para os perigos relacionados à pureza.

 

Devemos fugir dessas amizades por intermédio da aplicação do remédio certo desde o começo, pois assim é mais fácil, porque o coração ainda não está preso. O rompimento deve ser feito de maneira firme e energética. É necessário evitar procurar e pensar na pessoa em questão, e cortar toda espécie de vínculo ou ligação, antes que seja tarde.

 

“Cortai, despedaçai, rompei; não vos deveis deter a descoser essas loucas amizades, é forçoso rasgá-las; não convém desatai os seus nós, devem-se romper ou cortar” (São Francisco de Sales).

 

Pois, quem se expõe ao perigo acaba por sucumbir.

 
Enquete
Qual momento mais lhe emocionou no XIII Crescer?
 
Março 2010
S T Q I X S D
1 2 3 4 5 6 7
8 9 10 11 12 13 14
15 16 17 18 19 20 21
22 23 24 25 26 27 28
29 30 31 1 2 3 4
Próximos eventos:
Nenhum evento
Serviços

Busca no site

Comunidade - Fundador - Associação - Projetos Sociais - Casas de Missões - Mapa - Créditos
Associação Carismática Católica São Pio X
2005-2008 - Direitos Reservados
Desenvolvimento: Sthenley Macedo