Dia: 14/06/2009
XI DO TEMPO COMUM
(verde, glória, creio - III semana do saltério)
Dia: 14/06/2009
Primeira Leitura: Ezequiel 17, 22-24
XI DO TEMPO COMUM
(verde, glória, creio - III semana do saltério)
Leitura da profecia de Ezequiel - 22Eis
o que diz o Senhor: Pegarei eu mesmo da copa do grande cedro, dos cimos
de seus galhos cortarei um ramo, e eu próprio o plantarei no alto da
montanha. 23Eu o plantarei na alta montanha de Israel. Ele
estenderá seus galhos e dará fruto; tornar-se-á um cedro magnífico,
onde aninharão aves de toda espécie, instaladas à sombra de sua
ramagem. 24Então todas as árvores dos campos saberão que
sou eu, o Senhor, que abate a árvore soberba, e exalta o humilde
arbusto, que seca a árvore verde, e faz florescer a árvore seca. Eu, o
Senhor, o disse, e o farei. - Palavra do Senhor.
Salmo Responsorial(91)
REFRÃO: Como é bom agradecermos ao Senhor.
1. É bom louvar ao Senhor e cantar salmos ao vosso nome,
ó Altíssimo; proclamar, de manhã, a vossa misericórdia, e, durante a
noite, a vossa fidelidade, - R.
2. Como a palmeira, florescerão os justos, elevar-se-ão como
o cedro do Líbano. Plantados na casa do Senhor, nos átrios de nosso
Deus hão de florir. - R.
3. Até na velhice eles darão frutos, continuarão cheios de
seiva e verdejantes, para anunciarem quão justo é o Senhor, meu
rochedo, e como não há nele injustiça. - R.
Segunda Leitura: 2º Coríntios 5, 6-10
Leitura da carta de São Paulo aos Coríntios - 6Por isso, estamos sempre cheios de confiança. Sabemos que todo o tempo que passamos no corpo é um exílio longe do Senhor. 7Andamos na fé e não na visão. 8Estamos, repito, cheios de confiança, preferindo ausentar-nos deste corpo para ir habitar junto do Senhor. 9É também por isso que, vivos ou mortos, nos esforçamos por agradar-lhe. 10Porque
teremos de comparecer diante do tribunal de Cristo. Ali cada um
receberá o que mereceu, conforme o bem ou o mal que tiver feito
enquanto estava no corpo. - Palavra do Senhor.
Evangelho: Marcos 4, 26-34
Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo, segundo Marcos - Naquele tempo, 26Dizia também: O Reino de Deus é como um homem que lança a semente à terra. 27Dorme, levanta-se, de noite e de dia, e a semente brota e cresce, sem ele o perceber. 28Pois a terra por si mesma produz, primeiro a planta, depois a espiga e, por último, o grão abundante na espiga. 29Quando o fruto amadurece, ele mete-lhe a foice, porque é chegada a colheita. 30Dizia ele: A quem compararemos o Reino de Deus? Ou com que parábola o representaremos? 31É como o grão de mostarda que, quando é semeado, é a menor de todas as sementes. 32Mas,
depois de semeado, cresce, torna-se maior que todas as hortaliças e
estende de tal modo os seus ramos, que as aves do céu podem abrigar-se
à sua sombra. 33Era por meio de numerosas parábolas desse gênero que ele lhes anunciava a palavra, conforme eram capazes de compreender. 34E não lhes falava, a não ser em parábolas; a sós, porém, explicava tudo a seus discípulos. - Palavra da salvação.
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