 Jesus é a nossa referencia para a caminhada,
para a nossa vida.Jesus é modelo e começamos a
entender que a nossa vida não é uma situação de acaso.
Nós conseguimos trazer
para ela a salvação que Jesus nos anunciou.
Você meu irmão não pode dizer que
é pecador demais e que não merece estar na Igreja, que não merece pedir uma
graça.
A Carta de São Paulo diz que
quanto mais pecado a pessoa tiver, maior será a Graça diante dela. Onde abundou
o pecado, superabundou a Graça.
A Graça de Deus é muito mais
intensa e ela sobrepõe-se o pecado. E o pecado é uma falta contra razão, a
verdade e a consciência reta. Às vezes nos acostumamos com as situações de
pecado e perdemos a consciência da realidade e a partir daí enraizamos o pecado
e vamos cometendo o pecado e tornando-o de estimação.
As raízes do pecado estão dentro
da pessoa e para arrancar tem que vir tudo porque senão fica sinal de pecado. O
pecado também fere a natureza do homem, pois ele é imagem e semelhança de Deus.
E quando você é esta imagem e semelhança o pecado não pode habitar.
Nós muitas vezes esquecemos disto
e queremos viver uma situação dúbia. Assim, o pecado acaba ferindo também a
solidariedade humana. Fecha a visão do homem para enxergar a necessidade do
outro. E a partir do momento que se assume uma atitude egoísta o pecado acaba
gerando uma ofensa a Deus.
É preciso descobrir o que Deus
quer para cada um de seus filhos. Como Ele quer que cheguemos à santidade. E
nenhuma ação pode ser contra isso, porque senão acabamos caindo no pecado.
Deus deu ao homem o
livre-arbítrio. Mas o que acontece é que o homem abusa dessa liberdade.
A salvação é graça de Deus para
nós. É uma realidade. Mas é preciso que se estenda a mão. Aceitar o presente de
Deus, desembrulhar. Porque o Senhor já nos deu, mas nós ainda não o abrimos.
Deus já nos deu a libertação. O
que falta é assumirmos essa libertação. Deixar que a salvação entre, por que a
salvação já chegou a nossas vidas.
Romero Frazão e Gustavo
Lucena
Seminário de Vida no
Espírito Santo
2° Encontro – 11.07.09
Transcrita por Leandra
Farias
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